A Região

Gastronomia
Situado na região do Minho litoral, o concelho de Esposende é bastante conhecido pela sua gastronomia…

Roteiros Culturais
A Alminhas House está inserida num dos mais belos concelhos do norte de Portugal. Algumas sugestões para conhecer melhor Esposende.

Caminho de Santiago
O Caminho Português da Costa de peregrinação a Santiago de Compostela está assinalado em Esposende por vários marcos, placas e setas indicativas do itinerário em território do concelho.
A Alminhas House está inserida num dos mais belos concelhos do norte de Portugal. Esposende faz parte do Parque Natural do Litoral Norte, uma área protegida de grande beleza onde poderá desfrutar de percursos naturais, alguns deles muito perto desta casa tranquila que se situa na freguesia de Fonte Boa, ou simplesmente encantar-se com as belas praias da região, como são as de Esposende, Ofir e Apúlia.
A cerca de 2 quilómetros da Alminhas House, desagua o rio Cávado, podendo observar-se o seu estuário e a foz. Um santuário para aves migratórias, que com a sua presença fazem do céu do concelho de Esposende um autêntico espetáculo, ao qual pode aliar e desfrutar das caminhadas pelos passadiços instalados numa das margens do rio Cávado.
O centro da cidade de Esposende fica sensivelmente a 5 quilómetros. Mais perto, a 1 quilómetro fica a vila de Fão, onde pode desfrutar da praia de Ofir. Apúlia fica também muito perto. Entre as muitas atrações existentes, destaque para o Castro de São Lourenço, na freguesia de Vila Chã. Trata-se de um monumento nacional e um dos melhores exemplos da cultura castreja em Portugal.
Esposende beneficia também de boas acessibilidades e, consequentemente, da proximidade com cidades como Viana do Castelo, a 22 quilómetros, Barcelos, a 13 quilómetros, Póvoa de Varzim, a 14 quilómetros, e Braga, a 35 quilómetros.
Motivos mais do que suficientes (mas há mais!) para que venha até cá. Nós estaremos à sua espera e indicaremos os melhores locais a visitar.
Gastronomia e Pastelaria Tradicional
Situado na região do Minho litoral, o concelho de Esposende é bastante conhecido pela sua gastronomia, como por exemplo as costelinhas e a lampreia. Destaque para a vila de Apúlia e de Fão, onde tem à sua espera diversos restaurantes de qualidade, com destaque para os pratos de peixe que são servidos. Assim, para além da possibilidade de desfrutarem do sossego que a Alminhas House vos proporciona, podem também saborear os maravilhosos pratos que são confecionados no concelho: como é o caso das famosas costelinhas de Fão, ou os filetes de Polvo no Restaurante Rita Fangueira, tudo na pitoresca Vila de Fão.
Para os fans da doçaria tradicional, são de destacar as deliciosas iguarias tradicionais da região, que são também conhecidas a nível nacional, como é o caso das clarinhas, dos folhadinhos, das cavacas entre outros. Os folhadinhos ou as clarinhas de Fão são doces ótimos para um fim de tarde perto da piscina, acompanhados de um saboroso chá ou café, ou um bom vinho.
Roteiros Culturais
A Alminhas House está inserida num dos mais belos concelhos do norte de Portugal. Esposende faz parte do Parque Natural do Litoral Norte, uma área protegida de grande beleza, onde poderá desfrutar de percursos pedestres naturais, alguns deles muito perto desta casa tranquila que se situa na freguesia de Fonte Boa, ou simplesmente encantar-se com as belas praias da região, como são as de Esposende, Ofir e Apúlia.
A cerca de 2 km da Alminhas House, desagua o rio Cávado, podendo observar-se o seu estuário e a foz. Este é um santuário para as aves migratórias, que com a sua presença fazem do céu do concelho de Esposende um autêntico espetáculo, ao qual pode aliar e desfrutar das caminhadas pelos passadiços instalados numa das margens do rio Cávado.
O centro da cidade de Esposende fica sensivelmente a 5 km. Mais perto, a 1,5 km fica a vila de Fão, onde pode disfrutar da praia de Ofir, ou Apúlia a cerca de 2 km. Entre as muitas atrações existentes, destaque para o Castro de São Lourenço, na freguesia de Vila Chã, a cerca de 8 km, considerado monumento nacional e um dos melhores exemplos da cultura castreja em Portugal.
Todo o território concelhio que envolve a Alminhas House beneficia de boas acessibilidades e, consequentemente da proximidade com cidades como Viana do Castelo, a 24 quilómetros, Barcelos, a 13 quilómetros, Póvoa de Varzim, a 14 quilómetros, e Braga, a 35 quilómetros.
Motivos mais do que suficientes (mas há mais!) para que venha até cá. Nós estaremos à sua espera e indicaremos os melhores locais a visitar.
Curiosidades
A designação de Fonte Boa aparece em 1589. Até essa data chamava-se Fonte Mala, Fonte Maa, Fonte Má. Segundo alguns historiadores há dúvidas se Fonte Boa, por exemplo, não se terá chamada Frente Mar. Não sabemos exactamente qual seria o nome desta freguesia antes do século IX. Sabemos, isso sim, que os primeiros Bispos de Braga, mormente S. Martinho de Dume, quiseram apagar todos os efeitos negativos de antigos cultos pagãos que ainda persistiam na sua Arquidiocese.
Um desses cultos era ao Deus das Fontes e, por isso, houve necessidade em afastar as populações desses locais. Para que isso acontecesse, bastava lhe dar um sinal contrário ao local de culto. É assim que, para nós, as terras que vizinhavam com a fonte, passaram a ser conhecidas por terras de Fonte Má.
Foi, estamos certos, um processo de desabituação longo que somente terá sido banido quando D. Frei Bartolomeu dos Mártires, em meados do século XVI, sabedor que as gentes de Fonte Boa já não ligariam aquele antigo culto, alterou o nome de Fonte Má para Fonte Boa. Tem-se associado a conhecida Fonte do Couto á nossa origem, pois trata-se de uma típica fonte de mergulho, em cuja estrutura pétrea se vislumbram sinais evidentes de sacralização. Toda a fachada da fonte de granito, foi decorada com cruzes e cruzeiros, de traço bem primitivo, por forma a sagrar a fonte e o espaço envolvente.
Esta prática é usual em movimentos pagãos desde a colocação de pequenas capelas aerópoles dos castros, até ás cruzes apostas nos marcos miliários das vias romanas.
Deste modo não será difícil admitir que estamos perante a Fonte que marcou a história de Fonte Boa.
Fonte Boa é uma das 15 freguesias que constituem o concelho de Esposende. Inserida numa fértil veiga, ocupa uma área de cerca de 5,7 km2 e situa-se a cerca de 7km da sede do concelho. Confina a Norte com o rio Cávado, que divide as freguesias de Fonte Boa e Gemeses, a Sul com Barqueiros, do vizinho concelho de Barcelos, a Nascente com Rio Tinto e a Poente com a freguesia de Fão.
Fonte Boa faz parte integrante da bacia hidrográfica do Cávado que, pelo lado norte, banha uma significativa área territorial desta povoação, com destaque para a Barca do Lago, que foi sitio de passagem medieval a caminho de Santiago. Em termos sócio-económicos as principais atividades da freguesia são, maioritariamente, a agricultura e, em menor escala, a indústria têxtil, a metalomecânica e a construção. Apresenta um dinamismo associativo, com destaque para o Centro Social e Paroquial de Fonte Boa; Associação Desportiva, Recreativa e Cultural de Fonte Boa; Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB1de Fonte Boa; Grupo de Marinheiros de Fonte Boa; Rancho Folclórico de Fonte Boa e Grupo de Jovens.
A gastronomia de Fonte Boa assenta num receituário tradicional de base rural, baseada essencialmente nas carnes, sopas e doçaria tradicional, aproveitando as hortícolas e outros produtos da terra, e a carne proveniente dos animais criados nos férteis pastos marginantes do Cávado e também espécies piscícolas, de rio e de mar, que compõem o receituário gastronómico local.
Em dias de festa e de matança a carne de porco teria lugar privilegiado à mesa, sendo as partes gordas utilizadas nos caldos, e as famílias mais abastadas consumiriam carne diariamente (galinha e vaca). Nas lavradas eram apresentadas merendas coletivas, onde o vinho corria a jorros e o bacalhau e a sardinha eram iguarias. Por altura de São Miguel, em época de colheitas, nas tradicionais desfolhadas e malhadas apresentavam-se outras merendas com broa, chouriço, azeitonas, presunto, rosquilhos e vinho novo. Em época de Páscoa e de Natal, bem como outras festividades religiosas, faziam-se rabanadas e filhoses e outros doces de romaria como as roscas de pão podre e os sardões com “olhos de feijão”.
A ocupação mais antiga do atual território da freguesia de Fonte Boa remonta à idade do Ferro, testemunhada pelo castro do Outeiro dos Picoutos, habitado até à época romana. A poente deste monte encontra-se um traçado da via da época romana que transpunha aí o rio, seguindo para Norte ao longo da linha da costa.
Na Idade Média o aglomerado populacional era então composto por dois pequenos lugares: – Fonte Má e Alapela. O assentamento destes dois povoados resultou, de um modo geral, da existência de três tipos de fatores: um em zonas resguardadas das variações climáticas; outro em áreas abrigadas em lugares de veiga, mas em pontos elevados, com o propósito de evitarem as inundações das águas do rio Cávado e por fim, em zonas próximas dos melhores terrenos agrícolas.
Um outro agente de fixação da população é a constituição do reino de Portugal (1143), associada ao fator religioso e ao processo evangelizador do território, com a disseminação das ordens religiosas associadas a mosteiros e igrejas.
A anexação da paróquia de Alapela então designada paróquia de Fonte Má ocorreu no período Moderno, em 1542, pelo arcebispo de Braga D. Frei Bartolomeu dos Mártires. A designação de paróquia de Fonte Má manteve-se, pelo menos, até à primeira metade do séc. XVI, momento a partir do qual é referida como São Salvador de Fonte Boa.
A agricultura na freguesia deve grande parte do seu sucesso á excelência do solo que constitui a veiga, com elevada aptidão para a agricultura. As principais culturas agrícolas existentes são as forrageiras, como o milho, em Primavera/Verão e o azevém, no Outono/Inverno. Também algumas hortícolas como abatata, diversas variedades de couves, feijão, fava, etc., são visíveis numa menor escala, muitas vezes vocacionada para o auto-consumo.
Verifica-se ainda a existência de práticas agrícolas tradicionais com destaque para a vinha conduzida em latada, situada na bordadura de campos agrícolas. Neste sistema típico minhoto de condução da vinha, para além do notável efeito cénico que confere identidade própria á paisagem local, evidencia a aplicação de diversos materiais naturais como os esteios graníticos para suporte da ramada e a utilização de uma espécie de salgueiro (Salix viminalis) atualmente chamada vime, como atador natural das videiras após a poda.
Em termos floristicos, observa-se uma diversidade considerável de plantas, especialmente junto do Rio Cávado, destacando-se a Linaria triornithophora (L.) Willd, que é sem dúvida a flor mais admirável e ocorre na zona dos Picoutos, sendo este o melhor núcleo desta planta em todo o concelho. O elemento vivo de excepcional valor á escala municipal é um majestoso exemplar pluricentenário de carvalho-alvarinho ou carvalho-português (Quercus robur) situado junto da capela da Sra. Da Graça e que apresenta uma pernada com dimensões anómalas necessitando de apoio para suportar o seu peso.
Ao nível da fauna verifica-se a ocorrência de avifauna no interface agrícola-florestal, como os pardais, tentilhões, chapins, tordos, chascos, felosas, ferreirinhas, melros, estorninhos, carriças, lavercas, cotovias, gaios, chamarizes, lugres, pintassilgos, entre outras. Na margem esquerda do Cávado, nos locais com maior densidade de vegetação autóctone, destaca-se a presença de aves aquáticas como o guarda-rios, garça branca, garça imperial, garça real, galeirão, pato-real, entre outras.
Em Fonte Boa o lavrador era quase sempre, também, pescador e sargaceiro. Pese embora a interioridade da sua localização geográfica, sempre teve uma relação previligiada com o mar, quer através do Cávado, um rio navegável desde Fonte Boa ate á sua foz, quer por via terrestre, percorrendo o denominado“Caminho de Mar”. Os pescadores/lavradores possuíam pequenas embarcações para a actividade piscatória e sargaceira (actividades secundárias e complementares á agricultura) em Cramadoiro e Frade, actualmente Cedóvem e Pedrinhas (Apúlia), sítios onde detinham os seus “barracos” ou “casas do mar” para guardar os barcos e utensílios ligados á actividade da apanha do pilado e do sargaço.
No inicio de 1970 ainda andavam barcos e jangadas ao sargaço. Para trás tinham ficado o pilado e a pesca da sardinha. Na agricultura a introdução dos adubos químicos e da mecanização altera o quotidiano rural de Fonte Boa de forma irreversível.
Perdem-se os trabalhos colectivos em que quase toda a aldeia participava, uns dias na casa de uns, depois finda a tarefa começava na casa de outros para se pagar a ajuda, e perdem-se algumas das tradições rurais que alguns, teimosamente, tentam preservar.
Caminhos de Santiago
O Caminho Português da Costa de peregrinação a Santiago de Compostela está assinalado em Esposende por vários marcos, placas e setas indicativas do itinerário em território do concelho.
Tendo sido usada a Via Veteris, na Idade Média, como forma de chegar a Compostela, será somente na Época Moderna que o Caminho Português de Peregrinação à cidade de Santiago, onde jazem os restos mortais do Santo Apóstolo, tomará um maior relevo.
Por este caminho, circulam atualmente milhares de Peregrinos que, movidos por diversas formas – a pé, a cavalo, de bicicleta ou até mesmo de barco, seguem as “setas amarelas” sem olhar para trás. Por caminhos esposendenses passaram, quiçá, também alguns monarcas: D. Afonso II, a Rainha Santa Isabel e o rei D. Manuel I, tendo atravessado o Cávado pela Barca (Gemeses – Fonte Boa) rumo a Santiago.
Não é por acaso que ainda se observam, em quantidade, as marcas da devoção e evocação deste espírito de peregrinação, patentes em igrejas, alminhas e cruzeiros, um pouco por todo o concelho, nos seus 20km, desde Apúlia a Antas (S. Paio). Nomes como “Estrada Real”, “Estrada dos Cavaleiros” ou “Estrada Velha” (Karraria Antiqua ou Via Veteris) estão ainda bem presentes e indicam-nos sempre um mesmo sentido!
Esposende está dotado de um albergue para peregrinos (Albergue de São Miguel de Marinhas), de uma Pousada da Juventude (Fão), para além de uma ampla oferta de alojamentos (Hotéis, Turismo Rural, entre outras modalidades), serviços e comodidades, onde para pernoitar e relaxar.
Se hoje os caminhos são um pouco distintos dos usados em outros tempos, devido um pouco às mudanças de desejos do homem e dos distintos e característicos ritmos de evolução da paisagem, o espírito, porém, mantém-se o mesmo, do homem perante a sua Fé e na conquista de um objetivo, seja ele pessoal ou coletivo.
Porém, se o seu destino é Santiago de Compostela, aproveite para apreciar a passagem por Esposende; observando e sentindo aquilo que a Natureza nos proporcionou por estas paragens, ao contemplar o Parque Natural do Litoral Norte, a nossa orla e praias, os rios Cávado e Neiva e, ao passar sobranceiro aos montes que pertencem à Arriba Fóssil, admire também as marcas do homem nestas terras, patentes nos muitos monumentos que irão assinalar e colorir este troço do Caminho. Sinta a simpatia das gentes e a nossa hospitalidade e, claro, nunca deixe de provar a nossa gastronomia!
Certamente, se completar este mosaico – característicos desta terra – chegará a Santiago e dirá que também parou em Esposende e apreciou o Caminho, porque “Esposende, é um privilégio da natureza”!
Espaços Noturnos
Além de ser um privilégio da natureza, o concelho de Esposende destaca-se também pelos seus espaços noturnos. Nota para a vila de Fão pelos bares que pode frequentar e por lá estarem situadas duas das discotecas mais conhecidas do país e que funcionam na época balnear. Já os bares estão abertos durante todo o ano.
Desportos de Referência
Esposende é também um concelho direcionado para os desportos aquáticos. Destaque para a canoagem, sendo que alguns dos maiores atletas nacionais da modalidade são naturais de cá. O surf praticado nas praias de Ofir e de Esposende é também muito conhecido e um foco de atração para os turistas que visitam a zona e ainda o KIte Surf, modalidade que se tem destacado nos últimos anos na região devido às condições favoráveis do território para a prática da mesma. A Proriver, empresa conhecida por realizar passeios no rio Cávado, tem várias diversões ao dispor. Sempre com o rio Cávado como cenário, pode praticar vários desportos, como a canoagem, sempre com todas as condições de seguranças que são exigidas. Situa-se a 1 quilómetro da Alminhas House, e pelo caminho tem condições para desfrutar de uma caminhada pela natureza envolvente antes de experimentar os fantásticos passeios turísticos numa barca com muita história sobre o concelho.
